Games: Fatal Frame

Gente, o post de hoje é sobre uma série de jogos de survival horror (algo como horror+ sobrevivência, ou seja, fugir desesperadamente de alguma coisa sobrenatural que quer arrancar seu estômago ou algo do tipo).

A mansão Himuro, onde tudo começou. Onde tudo deve terminar...

A série Fatal Frame é baseada em fatos reais. Não que alguém tenha registrado espíritos ou fantasmas, mas a inspiração veio de uma história real sobre uma família japonesa que vivia na mansão Himuro. Dizem que no jardim interno havia um portal do qual todo o karma do mal (malícia) do mundo sairia. Para evitar que isso acontecesse, a família realizava a cada 75 anos o “Ritual de Estrangulamento”, de origem xintoísta.

Isso consistia em amarrar uma donzela (a “Donzela do Santuário da Corda”, excluída do mundo desde o nascimento, provavelmente para se manter pura) a bois, que puxariam seus membros até que eles se soltassem do tronco do corpo da moça, para que fosse cruzados no portal e impedissem que o karma ruim escapasse. Antes disso, por razões desconhecidas, também ocorria o “Ritual do Demônio Cego”, ou seja, outra moça escolhida tinha que vestir uma máscara com espetos no lugar dos buracos para os olhos.

O problema foi que a última “Donzela do Santuário da Corda” viu um homem e se apaixonou, então o ritual deu terrivelmente errado. O chefe da família, num acesso de raiva, matou todos. Até hoje, sabe-se pouco sobre os rituais e  costumes da família, ainda mais porque os “vizinhos” da mansão não gostam de lembrar dos detalhes dos assassinatos em série que ocorreram na “casa ao lado”.

Fatal Frame

Miku Minasaki vai procurar por seu irmão, o jornalista Mafuyu Minasaki (que foi procurar Junsei Takamine, novelista que também desapareceu), e se perde em uma floresta, indo parar em uma mansão abandonada (a mansão Himuro?). Quando Mafuyu estava nessa mesma mansão, achou bilhetes de Junsei, todos relatando “acontecimentos estranhos” por lá. Munido de uma câmara obscura, você tem o poder de exorcisar as almas penadas que assombram a mansão, para descobrir o verdadeiro mistério que a envolve.

 

Fatal Frame II: Crimson Butterfly

Mio e Mayu Amakura são irmãs gêmeas. No começo do jogo, elas resolvem visitar a floresta na qual elas passaram bons momentos na infância e que logo será derrubada. De repente, Mio percebe que sua irmã desapareceu e começa a procurá-la pela floresta, até que a avista, ao longe, seguindo uma borboleta vermelha (crimson butterfly). Depois de a perder novamente, vaga pela floresta até parar em uma vila abandonada, na qual não encontrará apenas a irmã.

 

Fatal Frame III: The Tormented

Rei Kurosawa é uma fotógrafa freelance que um dia é contratada para pegar imagens de uma mansão abandonada, cujos rumores não são nada atraentes. Para melhorar as coisas, em um dia de trabalho ela avista seu (falecido) noivo, que foi morto em um acidente que ela própria causou. Procurando por ele, Rei mergulha cada vez mais na mansão, até perceber que parece ter ido para “outro lugar”.

 

Fatal Frame IV: Mask of  the Lunar Eclipse

Há 10 anos, 5 garotas foram sequestradas, mas depois resgatadas pelo detetive Coshiro. Agora com 17 anos, as meninas descobre que duas delas foram morreram misteriosamente. Assim, as três garotas restantes voltam para a ilha na qual foram mantidas em cativeiro para “reviver as lembranças”. O detetive as segue. Claro que, depois de um tempo, elas descobrem que não estão sozinhas lá.

 

Fichas Técnicas

Fatal Frame é apenas o título nos EUA. Na Europa e na Austrália é Project Zero e no Japão é Zero (cujo kanji normalmente é lido como rei, ou seja: fantasma!). Os jogos foram criados pela Tecmo (publicadora e desenvolvedora de games japonesa, que se fundiu com a Koei em 2009).

Fatal Frame foi lançado em 13 de dezembro de 2001 (no Japão, e em 2002 nas demais localidades), é o único da série que foi classificado nos EUA como Teens (aqui, isso significa 14 anos) e é para PlayStation 2 (U$ 29,99; usado) e Xbox (U$ 16,99; usado). Não é mais fabricado e, por isso, não há quem o venda pelo preço original.

Fatal Frame II: Crimson Butterfly foi lançado em 27 de novembro de 2003 no Japão (nos EUA em 2003 e na Europa em 2004), é proibido para menores de 17 anos e também é para PS2 e Xbox (U$ 12,99; usado). Não é mais fabricado e, por isso, não há quem o venda pelo preço original.

Fatal Frame III: The Tormented foi lançado em 28 de julho de 2005 (nos EUA, no final desse mesmo ano e na Europa, no começo de 2006), também é proibido para menores de 17 anos e é para PS2 (U$ 29,99; usado) e Xbox. Não é mais fabricado e, por isso, não há quem o venda pelo preço original.

Fatal Frame IV: Mask of the Lunar Eclipse foi lançado em no Japão, é somente para Nintendo Wii (custava U$ 59,99 em seu lançamento) e também é proibido para menores de 17 anos.

Fantasma/espírito atormentado de Fatal Frame III sendo capturado (e, com sorte, exorcisado) por uma câmera fotográfica.

Bom, galera, é isso aí! Agora só preciso ir me limpar porque… bom, Fatal Frame realmente dá medo.

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Publicado em 8 de janeiro de 2012, em Games e marcado como , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 5 Comentários.

  1. I LOVE YOU FOREVER. Fatal Frame é meu jogo favorito since ever <3. QUEM AÍ TIVER UM WII E NÃO ESTIVER PRECISANDO, pode me dar pra eu jogar o 4º. Aceito 3DS também pra jogar o Spirit Photo /hm.
    Mio, Ayako e Sae ftw /oh.

  2. HEUEHUHUHEU esse jogo já me deu muito susto e muito medo, mas ao ler ‘baseado em fatos reais’… automaticamente o jogo ficou 45578796 vezes mais assustador -QQ

    Sou mole e levo susto por tudo, mas o Crimson Butterfly é bem legal mesmo <3
    Foi o único que joguei ainda, quero ver se tenho coração sobrando pros outros. -q

  3. Nao é o meu gênero preferido, na verdade, para ser mais sincero, este é o jogo do gênero que mais odeio, hahaha, nada contra quem goste, mas é um tipo de jogo que eu realmente não consigo jogar, não por medo, por não gostar mesmo.

    Apesar disso, eu sei algo sobre o gênero, um falecido amigo meu falava muito sobre esse jogo, ao contrário de mim, ele adorava o gênero Survival Horror, e para ele, não existia nenhum outro jogo que barrasse a série Fatal Frame, e em nome dele, eu faço a recomendação do jogo. Sem contar que já ouvi tanta história de susto desse jogo que tem que ter sangue para jogar, e gostar do gênero também, claro.

    Excelente post!

  4. Mateus Eustáquio de Oliveira, o anônimo.

    Super recomendadíssimo!

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